"Se a curiosidade aqui te conduziu, Bendita curiosidade que te fará um Mensageiro da Paz!"

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Que atire a primeira pedra o médium que nunca se fez essa pergunta! Essa questão é algo que atormenta todo mundo que começa a desenvolver a mediunidade, e é NORMAL!

Antes de continuar sua leitura, você precisa estar ciente sobre algo muito importante, que muito se ouve falar mas poucos sabem ao certo:

O QUE É MEDIUNIDADE?

Mediunidade é a faculdade humana pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos. É uma faculdade natural, inerente a todo ser humano, por isso, não é privilégio de ninguém. Em diferentes graus e tipos, todos a possuimos. O que ocorre é que, em certos indivíduos mais sensíveis à influência espiritual, a mediunidade se apresenta de forma mais ostensiva, enquanto que, em outros, ela se manifesta em níveis mais sutis, sendo as mais comuns: Clariaudiência, Clarividência, Vidência, Psicografia, Psicofonia, Intuitiva e Inspiração.

E para responder a grande pergunta do título desse artigo precisamos entender dois conceitos chaves: O Animismo e a Mistificação.

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Mecanismos da Psicografia
Acesse o conteúdo completo em: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=03791&onde=1
Psicografia é a faculdade do médium, sob atuação de Espíritos comunicantes, que utiliza das mãos dos encarnados, para escrever. Qualquer espírito pode se comunicar por meio da Psicografia. Porém, para que ocorra uma comunicação mediúnica, será sempre necessário que o espírito que se comunica seja merecedor; assim como deve ser merecedor também, o médium. Há casos de espíritos que comunicam-se após curtíssimo espaço de tempo, enquanto outros passam muitos anos, décadas, sem condições de comunicação, tudo dependendo do merecimento.

Vamos saber mais sobre psicografia, com base em textos e livros de Allan Kardec e de Espíritos que se comunicaram com encarnados por meio desta faculdade, como o Espírito André Luiz através da mediunidade do nosso tão querido, Chico Xavier...

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ADVERTÊNCIA AOS MÉDIUNS 


Allan Kardec afirmou com sabedoria que a mediunidade é "apenas uma aptidão para servir de instrumento mais ou menos dúctil aos Espíritos em geral."
Por essa e outras razões, os médiuns não se podem vangloriar de haverem sido eleitos como missionários da Nova Era, deixando-se sucumbir aos tormentos da fascinação sutil ou extravagante.
A atividade mediúnica, por isso mesmo, constitui oportunidade abençoada para o aperfeiçoamento intelecto-moral do indivíduo, que se permitiu, em reencarnações anteriores, comprometendo-se em lamentáveis situações espirituais.
A mediunidade é, portanto, um ensejo especial para a autorrecuperação, devendo ser utilizada de maneira dignificante, em cujo ministério de amor e de caridade será encontrada a diretriz de segurança para o reequilíbrio.

O Evangelho Segundo o Espiritismo.


A mediunidade não é um peso e sim um dom. Mas quando não sabemos como trabalhar com ela, pode se tornar um fardo. Muitos se sentem reféns de dores e sentimentos que se manifestam em seu corpo sem explicação científica, biológica, psicológica ou racional. Em muitos momentos da vida, sentimos que há algo de errado em nós, "coisas" que não conseguimos explicar e, às vezes, parece que estamos ficando loucos.

Você pratica sua mediunidade? 

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